Um alerta DSC por engano em Cascais
Estás atracado na marina de Cascais. Ao arrumar a cabine, alguém levanta a tampa vermelha e carrega no DISTRESS do VHF fixo. O alerta sai às 14:32 UTC. Ninguém a bordo está em perigo. O que fazes, e por que ordem?
Antes de ler a solução: o que faria?
Verdadeiro ou falso?
Decide cada frase antes de ver a resposta.
Escuta cinco minutos, confirma em voz se podes ajudar e retransmite só quando o socorro não chegou a terra.
MAYDAY RELAY é o que digo quando eu próprio estou em perigo.
MAY-DEE-CAL serve para pedir um médico pelo rádio.
O DSC leva MMSI, posição, hora e natureza; a voz no canal 16 diz que ajuda é precisa, logo a seguir.
Quando recebo o alerta DSC de outra embarcação, confirmo-o logo por DSC.
Espero pela confirmação do alerta DSC antes de falar no canal 16.
ROGER quer dizer «vou fazer isso».
A EPIRB alerta por satélite, o SART mostra-te no radar de quem procura e o NAVTEX traz-te os avisos.
Socorro, urgência, segurança, rotina: por esta ordem. Um falso alerta cancela-se logo, em voz.
Quando o socorro acaba, a estação costeira diz PRUDONCE.
Soletra com o alfabeto do Apêndice 14 e diz os números algarismo a algarismo.
A área A1 são as primeiras 30 milhas a partir da costa.
As áreas A1 a A4 definem-se pela cobertura declarada; o MMSI de nove algarismos é a identidade do teu rádio.
Se a EPIRB dispara por engano, basta voltar a pô-la no suporte.

