Verificar a agulha e o odómetro antes de uma viagem
Antes de uma viagem costeira, vais verificar os instrumentos. Na carta há um enfiamento de duas marcas em terra com azimute verdadeiro 047°. A declinação da carta, atualizada para o ano, é 1° W. A tabela de desvios da tua agulha dá 1° W para proas perto de 045°. Depois corres uma base medida de 1,0 milha, nos dois sentidos, com o motor sempre no mesmo regime. O odómetro marca 6,0 nós nas duas passagens; num sentido demoras 10 min e no outro 12 min. (Valores do exercício.)
Antes de ler a solução: o que faria?
Verdadeiro ou falso?
Decide cada frase antes de ver a resposta.
Identifica cada luz pela característica e, nos setores, pela cor que vês; Portugal está na Região A da IALA.
A posição de estima já inclui a corrente.
Mede abaixo do transdutor, salvo se lhe configuraste um desvio.
Mede a velocidade e a distância através da água; verifica-o numa base medida, nos dois sentidos.
Uma reta na Mercator é uma loxodromia: segues-a com rumo constante e medes a distância na escala de latitudes.
A estima usa a proa e o odómetro; a posição estimada junta a corrente.
Se o plotter mostra muito pormenor quando amplio, a carta é precisa.
Meço a distância na escala de longitudes, em cima da carta.
Do rumo verdadeiro para o da agulha somo a declinação e o desvio.
O odómetro dá a velocidade sobre o fundo.
Uso o mesmo desvio para todas as proas.
Leste +, oeste −. Da agulha para a carta somas; da carta para a agulha subtrais.
A sonda dá a profundidade desde a superfície.
O GPS dá posições em WGS84; confirma o datum da carta e não confies na sobreampliação.

