Calculadora de altura da maré
A regra dos duodécimos estima a subida ou descida da maré em seis intervalos iguais com 1, 2, 3, 3, 2 e 1 duodécimos da amplitude.
Revisado por Ramon Curto, Professor de náutica no IECNPC · Última revisão:
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Use o mesmo fuso horário. O horário final é a próxima ocorrência após o início; escolha enchente ou vazante.
Regra dos duodécimos2,95 m
Curva do cosseno2,95 m
Diferença absoluta0 m
Para navegar, consulte previsões oficiais e a curva local. Estas aproximações não incluem meteorologia, ondas ou squat.
Exemplo resolvido — dados fictícios de treinamento
- Horário da preamar · Altura da preamar (m)
- 06:12 · 4,80 m
- Horário da baixa-mar · Altura da baixa-mar (m)
- 12:24 · 1,10 m
- Horário desejado · Regra dos duodécimos
- 09:18 · 2,95 m
- Curva do cosseno · Diferença absoluta
- 2,95 m · 0,00 m
Regra dos duodécimos: 4,80 − (4,80 − 1,10) × (1 + 2 + 3)/12 = 2,95 m
Folga após a margem: 0,50 + 2,95 − 2,00 − 0,50 = 0,95 m
Para navegar, consulte previsões oficiais e a curva local. Estas aproximações não incluem meteorologia, ondas ou squat.
Como funciona
Comece com uma preamar e uma baixa-mar consecutivas do mesmo porto, referidas ao mesmo nível. A amplitude é a altura da preamar menos a da baixa-mar. Aqui a preamar ocorre às 06:12 com 4,8 m e a baixa-mar às 12:24 com 1,1 m: a amplitude é 3,7 m e a duração, 372 minutos. Divida a duração por seis: cada intervalo tem 62 minutos, não uma hora exata. Confira o fuso da tábua e aplique a todos os horários qualquer ajuste de horário de verão indicado nela.
A sequência atribui 1/12, 2/12, 3/12, 3/12, 2/12 e 1/12 da amplitude aos intervalos sucessivos. Some as frações completas e faça uma interpolação linear no intervalo atual. Na vazante, subtraia a descida da preamar; na enchente, some a subida à baixa-mar. Às 09:18 passaram três intervalos: a descida é 6/12 × 3,7 = 1,85 m e a altura fica em 2,95 m acima do nível de redução. O cosseno também dá 2,95 m no ponto médio, mas essa coincidência não prova a precisão num porto real.
Na enchente, h = BM + amplitude × (1 − cos(π × t/duração))/2, contando t desde a baixa-mar. Na vazante, subtraia a mesma variação da preamar e conte desde ela. As marés de sizígia costumam ter maior amplitude perto da lua nova e cheia; as de quadratura, menor perto dos quartos. Não há altura ou duração fixa. Marés semidiurnas têm duas preamares e duas baixa-mares por dia de maré. Regimes mistos ou diurnos, preamares duplas e curvas assimétricas precisam de previsões locais.
Profundidade e altura precisam compartilhar a referência. LAT, menor maré astronômica, é comum nas cartas britânicas, mas não universal: confira o nível de redução local. A folga restante é profundidade + altura − calado − margem. Com 0,5 m, 2,95 m, 2 m e 0,5 m, sobram 0,95 m. O cálculo inverso encontra o primeiro instante suficiente e arredonda para o minuto seguinte. RYA Day Skipper e Yachtmaster estudam alturas de maré. O PER espanhol testa profundidades na preamar e baixa-mar; Patrón de Yate inclui alturas intermediárias e problemas inversos.
Perguntas frequentes
O que é a regra dos duodécimos?
Ela divide a variação entre preamar e baixa-mar consecutivas em seis partes de tempo iguais, com 1, 2, 3, 3, 2 e 1 duodécimos da amplitude.
Cada intervalo dura uma hora?
Só se a duração total for seis horas. Neste exemplo cada parte dura 62 minutos.
Posso usar em qualquer porto?
Não. Para marés diurnas, mistas, assimétricas ou preamares duplas, use a curva local ou previsões oficiais.
O nível de redução é sempre LAT?
Não. LAT é comum nas cartas britânicas, mas existem outras referências. Confira a carta e a tábua de marés.
O que significa o resultado da passagem?
Um resultado não negativo atende ao calado e à margem informados nesse modelo. Não garante uma passagem segura.
Quando há água suficiente na vazante?
Se a altura inicial atender ao limite, o primeiro instante é o início. Caso contrário, não é atingido nessa vazante.
Por que os modelos diferem?
Os duodécimos usam segmentos retos; o cosseno, uma meia onda suave. Nenhum inclui componentes locais ou meteorologia.
