Módulo 14 — Simulados finais integrados
1A lição em palavras simples
Praticar socorro, urgência médica, falhas, cancelamento, abandono e MSI relevantes em simulação isolada ou modo de teste autorizado. Nunca emitir deliberadamente um alerta real para treinar. Verificar meio, identidade, posição/hora, comunicação posterior, escuta, coordenação e diário. Se sair um falso alerta real, parar e cancelar imediatamente. Estes exercícios não estabelecem notas, prazos ou acreditação GOC oficiais universais; a administração examinadora define a avaliação.
Faça do exercício uma decisão controlada
Um exercício integrado junta tudo das lições anteriores num único incidente que evolui. Você é avaliado pelo raciocínio, não pela rapidez com que aperta botões. Faça-o num simulador sem irradiação ou no modo de teste aprovado do equipamento, com um navio e identidades fictícios, e declare as premissas no início: área marítima, equipamentos instalados, serviço de satélite a bordo.
Um cenário, várias verificações
Veja um cenário resolvido. O graneleiro NORDIC ALBA, 24 tripulantes, está a 280 NM a oeste da costa mais próxima às 0130 UTC. Ele leva DSC VHF, DSC MF/HF, Inmarsat C e uma EPIRB de flutuação livre, e está na A3 para o seu serviço Inmarsat. O instrutor acrescenta um fato novo de cada vez:
| Injeção | Decisão | Raciocínio |
|---|---|---|
| 0130: porão nº 1 alagando, as bombas dão conta | PAN-PAN ao RCC via Inmarsat C ou MF/HF; informar posição e situação | Sério, mas ainda não grave e iminente |
| 0215: bombas falhando, banda de 12° e aumentando | Subir para socorro: alerta por satélite mais alerta DSC HF, depois MAYDAY em voz o mais cedo possível | Dois serviços independentes; o perigo agora é iminente |
| 0220: alerta HF confirmado por uma estação costeira em 8414,5 kHz | Tráfego de socorro em 8291 kHz com essa estação | A confirmação diz qual faixa funciona |
| 0240: o GNSS falha | Dar a última posição com a sua hora, mais rumo e velocidade desde então; atualizar a posição do DSC à mão | 20 minutos a 4 nós são cerca de 1,3 NM de incerteza |
| 0300: o comandante ordena o abandono | Posição final em voz; levar o VHF de sobrevivência e o SART; a EPIRB é ativada e levada para a balsa | Alertar, localizar, comunicar |
As áreas marítimas são contextos de serviço e de equipamentos, não quatro roteiros de botões. O NORDIC ALBA tinha dois caminhos independentes de longo alcance porque estava equipado para a A3. Um navio na mesma posição só com Inmarsat C teria um, e o exercício dele teria de mostrar o que faz se esse caminho falhar.
Ramificações que o instrutor pode acrescentar
Mude uma condição de cada vez e pergunte o que muda.
- 1Chega às 0200 o alerta de socorro HF de outro navio. É um ramo separado: escutar na frequência de voz, informar a terra e retransmitir só se pedirem, enquanto trata o seu próprio alagamento.
- 2O terminal de satélite mostra NOT LOGGED IN. O HF passa a ser o único caminho de longo alcance: verifique o terminal, registre a falha, e não suponha que a terra ouviu por ele o PAN-PAN anterior.
- 3Alguém aperta DISTRESS no VHF por acidente durante o exercício. Parada obrigatória: cancele e registre.
- 4Chega um aviso de vento forte pelo NAVTEX. Plote-o e decida se ele afeta o momento do abandono e para onde as balsas vão derivar.
Alertas falsos e o limite da avaliação
A orientação da IMO na MSC.514(105) sobre como evitar alertas de socorro falsos é o limite de segurança de todo exercício. A maioria dos alertas falsos acontece durante testes, manutenção e treinamento. Mantenha os botões de socorro protegidos, anuncie o exercício a bordo e mantenha o cartão de cancelamento junto à console.
Este site consegue verificar se você classificou a situação, manteve a identidade e a posição com a hora, escolheu um caminho coerente com os equipamentos declarados e registrou o seu raciocínio. Ele não consegue lhe dar aprovação no GOC, uma data de prova ou um certificado. Isso vem do exame aprovado pela Administração.
Fontes: índice da IMO MSC.514(105); circulares GMDSS da IMO; documentos SAR da IMO e lista do procedimento DSC atual.
Referências oficiais · 2026-09-09
2Pontos-chave
- 1
Declare o navio fictício, a área marítima, os equipamentos, o serviço de satélite e o modo sem irradiação antes de o exercício começar.
- 2
Decida de novo prioridade, caminho, posição/hora e registro a cada injeção; alagamento sob controle é PAN-PAN, uma banda crescente é MAYDAY.
- 3
A orientação da MSC.514(105) para evitar alertas falsos define o limite de segurança do exercício; um alerta real acidental interrompe o exercício e inicia um cancelamento real.
- 4
Um bom resultado de exercício é prova de aprendizagem, não de conformidade do navio, de um resultado SAR ou de aprovação no GOC.
3Erros frequentes
Tratar A1–A4 como roteiros fixos de botões, ou supor cobertura sem verificar os equipamentos e o serviço.
Praticar com uma transmissão real de socorro ou de retransmissão.
Apresentar uma folha de exercício correta como aprovação oficial no GOC ou prova de conformidade de um navio.
4Aprofunde: nível de prova GOC
O detalhe por trás de cada etapa para o Certificado de Operador Geral: as regras, a técnica de rádio e casos resolvidos.
Cinco casos integrados
Caso 1 — Incêndio a 450 NM da costa, 0215 UTC
Um navio mercante a 450 NM da costa tem um incêndio fora de controle na praça de máquinas. 24 pessoas a bordo. Sem cobertura costeira VHF; o MF/HF e o terminal de satélite funcionam; o GNSS está bom.
Resposta fundamentada. Socorro. Não existe uma sequência única universal quando vários meios estão prontos: o objetivo é o alerta navio-terra por caminhos independentes. Inicie um alerta DSC MF/HF numa faixa adequada e/ou um alerta de socorro por satélite conforme os procedimentos do navio. Em MF, DSC em 2187,5 kHz / voz em 2182 kHz só se houver cobertura esperada; em HF escolha a faixa pela propagação, com 8414,5 kHz como início comum e 4/6/12/16 MHz como alternativas. Inclua identidade, posição e hora, FIRE/EXPLOSION, e prepare o MAYDAY. A EPIRB torna-se especialmente relevante se for preciso abandonar o navio ou se os outros meios falharem; ela não é ativada por rotina.
Caso 2 — Um alerta de socorro HF vindo de longe
Você recebe um alerta de socorro DSC em 8414,5 kHz. Ainda não se ouve nenhuma estação costeira. O navio em perigo está a 600 NM; outro navio mercante está a cerca de 20 NM dele, segundo o AIS.
Resposta fundamentada. Nenhuma confirmação DSC de uma estação de navio em HF. Fique atento à confirmação costeira e ajuste a frequência de voz da faixa, 8291 kHz. Se nenhuma estação costeira confirmar em cerca de cinco minutos, informe uma estação costeira ou um RCC por qualquer meio; envie uma retransmissão DSC só se essa estação a pedir, e nunca para todos os navios. O navio próximo é uma informação útil para o RCC, não um substituto para a sua própria escuta e coordenação.
Caso 3 — Alerta VHF acidental durante um teste
Durante um teste, o operador aperta DISTRESS por acidente e o aparelho confirma a transmissão.
Resposta fundamentada. Não desligue e siga em frente. Autocancelamento DSC se disponível; vá para o Canal 16; transmita um cancelamento ALL STATIONS com nome, indicativo de chamada, MMSI e a hora UTC do alerta falso; mantenha escuta e responda à estação costeira ou ao RCC. Registre o ocorrido e descubra a causa para que não se repita.
Caso 4 — Propagação HF ruim à noite
0200 UTC, um circuito de 1 700 NM. Os 4 MHz estão muito ruidosos; os 8 MHz têm menos ruído e sinal moderado; os 12 MHz não dão nada.
Resposta fundamentada. "Noite = frequência baixa" não obriga aos 4 MHz. Se os 8 MHz estiverem abaixo da MUF do circuito e derem uma SNR melhor, podem superar os 4 MHz. Experimente as faixas com critério, fique atento às confirmações e use redundância.
Caso 5 — Uma posição GNSS congelada
A tela do DSC VHF mostra a mesma posição há 5 horas enquanto o navio navega a 17 nós.
Resposta fundamentada. Um alerta futuro levaria uma posição a cerca de 85 NM de distância e atrasaria o SAR. Investigue a alimentação GNSS, introduza a posição e a hora manualmente e repare a conexão. A SOLAS fixa 4 horas como intervalo máximo para as atualizações manuais quando a alimentação falha em navegação; na prática, aja já.
Procedimentos de emergência da própria estação rádio
A STCW A-IV/2 lista três emergências para as quais todo GOC precisa estar preparado.
| Emergência | O que faz o operador |
|---|---|
| Abandono do navio | Enviar ou atualizar o alerta de socorro e o MAYDAY se houver tempo; levar os VHF de sobrevivência e o SART ou AIS-SART; se houver tempo, soltar a EPIRB à mão (mesmo uma de flutuação livre), ativá-la e prendê-la à balsa; comunicar o abandono |
| Incêndio ou avaria na estação rádio | Usar a instalação rádio a partir de outra posição, se houver, ou os aparelhos portáteis e de embarcação de sobrevivência; enviar os alertas cedo, antes que o fogo obrigue você a sair |
| Falha parcial ou total da instalação rádio | Passar para os outros meios (aparelhos duplicados, satélite, VHF portátil, EPIRB como último recurso), usar a fonte de reserva, informar a empresa e a estação costeira, registrar a falha e pedir o reparo |
Perguntas rápidas
| Pergunta | Resposta curta |
|---|---|
| Por que a A1 não é "30 NM"? | É definida pela cobertura de estações costeiras VHF com alerta DSC contínuo, não pela distância |
| DSC ou voz? | O DSC é sinalização digital estruturada para alertar ou estabelecer uma chamada; a voz leva o tráfego |
| Canal 70 ou 16 para falar? | 16; o Canal 70 é só DSC |
| 2187,5 ou 2182 para um alerta DSC? | 2187,5 kHz é DSC; 2182 kHz é voz |
| Parceira de voz de 8414,5 kHz? | 8291 kHz |
| Por que várias frequências DSC em HF? | Para acompanhar a propagação variável e aumentar a chance de recepção |
| Quem normalmente confirma um alerta de socorro DSC? | Uma estação costeira ou um RCC |
| O que é o EGC? | Enhanced Group Call: difusão seletiva por satélite de MSI e informação SAR |
| NAVTEX B2 = D? | Mensagens de SAR, pirataria, tsunami e fenômenos naturais; faz soar o alarme |
| SART radar = AIS-SART? | Não: um responde ao radar de banda X, o outro transmite em VHF AIS |
| Autonomia da fonte de reserva? | 1 h com uma fonte de emergência conforme alimentando o rádio; 6 h sem ela |
| Falha a alimentação GNSS do DSC? | Atualize a posição e a hora manualmente, no máximo a cada 4 h em navegação, e corrija a avaria |
| O NBDP ainda é meio de socorro? | Não; foi retirado do socorro e segurança em MF/HF |
| O que é o ACS? | Estabelecimento automático de enlaces MF/HF baseado em DSC |
| A Inmarsat é o único RMSS? | Não; a Iridium está operacional e outros serviços foram reconhecidos |
| VSWR 1:1 significa boa antena? | Não; um casamento perfeito ainda pode irradiar mal |
| Por que mais potência nem sempre resolve em HF? | O problema pode ser propagação, zona de silêncio, ruído, antena, ATU ou receptor |
As frequências que você precisa saber de cor
| Sistema | Frequência / canal | Função |
|---|---|---|
| DSC VHF | Canal 70 – 156,525 MHz | Socorro, urgência, segurança e chamada por DSC |
| Voz VHF | Canal 16 – 156,800 MHz | Socorro, segurança e chamada; tráfego de socorro |
| VHF passadiço | Canal 13 – 156,650 MHz | Segurança da navegação de passadiço a passadiço |
| VHF SAR | Canal 6 – 156,300 MHz | Entre navios, SAR e no local |
| DSC / voz MF | 2187,5 / 2182 kHz | Socorro e segurança |
| DSC HF | 4207,5 / 6312 / 8414,5 / 12577 / 16804,5 kHz | DSC de socorro e segurança |
| Voz HF | 4125 / 6215 / 8291 / 12290 / 16420 kHz | Voz de socorro e segurança |
| NAVTEX | 518 kHz (internacional), 490 e 4209,5 kHz (nacional) | MSI |
| EPIRB | 406,0–406,1 MHz | Alerta Cospas-Sarsat |
| AIS1 / AIS2 | 161,975 / 162,025 MHz | AIS, AIS-SART, EPIRB-AIS |
| SART radar | 9,2–9,5 GHz | Localização em radar de banda X |
Referências: UIT-R M.541 · SOLAS IV emendada pela MSC.496(105)
Teste de nível de prova GOC
Um incêndio fora de controle irrompe na praça de máquinas a 450 NM da costa. Não há cobertura costeira VHF; MF/HF, o terminal de satélite e o GNSS funcionam. Como você alerta?
- DSC VHF no Canal 70 primeiro, como em qualquer socorro
- Ativar primeiro a EPIRB, como passo de rotina
- Enviar um PAN-PAN até a equipe de incêndio informar
- DSC MF/HF e/ou alerta por satélite, por caminhos independentes
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D. DSC MF/HF e/ou alerta por satélite, por caminhos independentes
Por quê: O objetivo é o alerta navio-terra por caminhos independentes, DSC MF/HF e/ou satélite. Sem cobertura VHF, o Canal 70 não chega a terra, e a EPIRB não é ativada por rotina.
Você recebe um alerta de socorro DSC em 8414,5 kHz de um navio a 600 NM. Não se ouve nenhuma costeira e outro navio está a 20 NM do navio em perigo. O que você faz?
- ACK por DSC, pois o navio em perigo precisa de resposta
- Retransmissão DSC a todos para acordar o navio próximo
- Vigiar o ACK DSC de terra e escutar 8291 kHz
- Deixar para o navio próximo, que está melhor posicionado
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C. Vigiar o ACK DSC de terra e escutar 8291 kHz
Por quê: Fique atento à confirmação DSC da estação costeira em 8414,5 kHz e escute em 8291 kHz, a parceira de voz. Se nenhuma estação costeira confirmar em cerca de cinco minutos, avise uma estação costeira ou um RCC. Nunca dê ACK por DSC em HF nem retransmita a todos os navios.
Durante um teste, o operador aperta DISTRESS por acidente e o VHF confirma a transmissão. Qual é a resposta correta?
- Autocancelar por DSC e depois cancelar em voz no Canal 16
- Desligar o aparelho e continuar o teste
- Cancelar em voz no Canal 70, por onde saiu o alerta
- Enviar uma chamada DSC de segurança dizendo que era teste
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A. Autocancelar por DSC e depois cancelar em voz no Canal 16
Por quê: Autocancele se disponível, depois faça um cancelamento ALL STATIONS no Canal 16 com a hora UTC do alerta falso e mantenha escuta. Desligar e esquecer deixa o alerta em aberto.
Às 0200 UTC, num circuito de 1 700 NM, os 4 MHz estão muito ruidosos, os 8 MHz têm menos ruído e sinal moderado, os 12 MHz não dão nada. Que faixa você tenta?
- 4 MHz, porque a noite pede frequências baixas
- 8 MHz, se estiver abaixo da MUF com melhor SNR
- 12 MHz, com potência máxima para vencer a zona de silêncio
- 4 MHz, com o supressor de ruído no máximo
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B. 8 MHz, se estiver abaixo da MUF com melhor SNR
Por quê: Noite = frequência baixa é só uma heurística; 8 MHz abaixo da MUF e com melhor SNR podem superar 4 MHz. Mais potência não resolve um problema de zona de silêncio.
A tela do DSC VHF mostra a mesma posição há 5 horas enquanto o navio navega a 17 nós. Quão errada poderia estar a posição de um alerta de socorro?
- Cerca de 68 NM
- Cerca de 17 NM
- Cerca de 85 NM
- Cerca de 42 NM
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C. Cerca de 85 NM
Por quê: 5 h × 17 nós ≈ 85 NM. Cerca de 68 NM é o que dariam 4 horas; o limite de 4 horas é um máximo, então aja já.
O comandante ordena o abandono do navio. Além de atualizar o alerta e o MAYDAY se houver tempo, o que o operador de rádio leva?
- VHF de sobrevivência, SART e a EPIRB, presa à balsa
- O receptor NAVTEX e o diário radioelétrico
- Só os VHF de sobrevivência; o SART fica no passadiço
- Só a EPIRB, que faz todas as tarefas necessárias
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A. VHF de sobrevivência, SART e a EPIRB, presa à balsa
Por quê: Os VHF de sobrevivência e o SART ou AIS-SART vão para a embarcação. Se houver tempo, solte a EPIRB à mão (mesmo uma de flutuação livre), ative-a e prenda-a à balsa. A EPIRB alerta e ajuda a localizar, mas não consegue falar com as equipes de salvamento.
Um incêndio avança em direção à estação rádio. O que o operador deve fazer?
- Esperar até o incêndio estar confirmado fora de controle
- Enviar os alertas cedo e depois usar outras posições ou portáteis
- Desligar a instalação para protegê-la de danos
- Ir para a embarcação de sobrevivência e alertar de lá
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B. Enviar os alertas cedo e depois usar outras posições ou portáteis
Por quê: Envie os alertas cedo, antes que o fogo obrigue você a sair, e depois use a instalação a partir de outra posição ou os aparelhos portáteis. Esperar pode deixar você sem meios de alerta.
A instalação MF/HF principal falha no mar. Qual é a resposta correta?
- Ativar a EPIRB de imediato, como reserva
- Esperar o próximo porto, pois a A3 continua coberta
- Contar com o VHF portátil até os reparos serem feitos
- Passar aos outros meios, informar e registrar
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D. Passar aos outros meios, informar e registrar
Por quê: Passe aos outros meios e à fonte de reserva, informe a empresa e a estação costeira, registre a falha e peça o reparo. A EPIRB é o último recurso, não uma reserva para uma avaria.
O seu navio está a 300 NM da costa, na A3, à 0100 UTC, com MF/HF e Inmarsat C. Um tripulante cai num porão e quebra a perna; está consciente e respirando, e o comandante quer a orientação de um médico. Que prioridade e destino se aplicam?
- Urgência, a um TMAS via costeira ou satélite
- Socorro, ao RCC com o botão de socorro do Inmarsat C
- Segurança, a todos os navios por DSC HF
- Urgência, a todos os navios por DSC HF em 8414,5 kHz
Ver a resposta
A. Urgência, a um TMAS via costeira ou satélite
Por quê: Um ferimento grave sem ameaça imediata à vida normalmente é urgência, e a orientação vem de um TMAS por uma estação costeira, um RCC ou um serviço por satélite. O botão de socorro é tentador, mas esse limiar exige perigo grave e iminente.
Mesmo cenário: o médico do TMAS diz que o paciente deve ser retirado de helicóptero em breve, embora a vida dele não corra perigo imediato. Que código de acesso especial do Inmarsat C você usa para pedi-lo?
- 32, orientação médica
- 38, assistência médica
- 39, assistência marítima
- 43, relatórios de posição do navio
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B. 38, assistência médica
Por quê: O código 38 pede assistência médica, incluindo uma evacuação, enquanto o caso continua como urgência. O código 32 é o quase acerto: dá a orientação de um médico, que você já tem, e não uma evacuação médica.
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