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Determinação da posição: marcações cruzadas, alinhamentos e marcação e distância

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Marcação e distância, e marcação com isóbata

1A lição em palavras simples

Em uma frase

Um objeto basta para determinar sua posição se você conhece a marcação e a distância a ele. Uma isóbata bem definida pode servir de segunda linha.

Um objeto, duas linhas

Uma marcação dá uma reta pelo objeto; uma distância a ele dá uma circunferência ao redor dele. Elas se cruzam em ângulo reto. Escolha o cruzamento na marcação recíproca (direção oposta) a partir do objeto: se você o marca a 030°T, ele marca você a 210°T. Os cursos espanhóis chamam esse método de demora y distancia.

Distâncias radar

O radar geralmente mede distâncias com mais precisão que marcações, pois seu feixe espalha os ecos lateralmente. Combine uma marcação pela agulha com uma distância radar ao mesmo ponto identificável. Várias distâncias radar podem dar uma ótima posição se suas circunferências se cruzarem em bons ângulos. Meça até uma feição íngreme e bem cartografada, como uma falésia ou ponta de píer, não até uma praia baixa cuja borda muda com a maré.

Outras distâncias

Um plotter, visor de cartas eletrônicas, fornece distância e marcação até um waypoint, ponto de referência, num objeto cartografado. É rápido, mas os dados vêm do mesmo receptor do sistema global de navegação por satélite (GNSS). Portanto, não verificam de forma independente a posição desse receptor.

Marcação e isóbata

Onde o fundo tem declive bem definido, uma isóbata pode ser a segunda linha. Se o ecobatímetro indica a profundidade abaixo do transdutor (sensor submerso do aparelho), some a profundidade dele abaixo da linha d'água. Depois subtraia a altura da maré, a elevação da água acima do nível de redução da carta. O resultado é a profundidade cartografada. Você está onde a marcação cruza essa isóbata. A unidade sobre marés mostra como obter a altura da maré.

Quando as isóbatas falham

Um fundo plano ou irregular não oferece uma isóbata útil, e uma marcação pode cruzar a mesma isóbata várias vezes. Use isóbatas apenas onde o declive é acentuado e bem definido. Confira o resultado com a próxima sondagem.

2Dados-chave

Marcação e distância
Linhas se cruzam a 90° usando um único objeto
Radar
Distâncias precisas; marcações menos precisas
Profundidade cartografada
Leitura abaixo do transdutor + profundidade do transdutor − altura da maré
Termos espanhóis
Demora y distancia; situación por veriles

3Pontos-chave

  1. 1

    A marcação e a distância de um objeto se cruzam em ângulo reto: uma posição bem determinada.

  2. 2

    Distâncias radar são precisas; marcações radar são menos precisas.

  3. 3

    Reduza a sondagem à profundidade cartografada antes de compará-la com uma isóbata.

  4. 4

    Use isóbatas apenas onde o declive do fundo é bem definido.

4Erros frequentes

  • Erro: Marcações radar são tão boas quanto distâncias radar.

    Correto: O feixe do radar espalha o eco lateralmente. Confie mais nas distâncias que nas marcações.

  • Erro: Compare diretamente a leitura do ecobatímetro com a profundidade cartografada.

    Correto: Primeiro considere a profundidade do transdutor e subtraia a altura da maré.

  • Erro: Uma distância GNSS até um waypoint verifica o GNSS.

    Correto: Ela vem do mesmo receptor. Confira com uma linha independente: marcação pela agulha, distância radar ou profundidade.

5Caso prático e dicas de prova

Situação

Um píer é marcado a 030°T, já corrigidos, e está a 2,4 M pelo radar. O ecobatímetro indica 15,2 m abaixo de um transdutor a 0,4 m de profundidade; a altura da maré é 2,6 m. Na posição traçada, a carta indica 6 m. Você aceita essa posição?

Ver a resposta

Não. A sondagem reduzida é 15,2 + 0,4 − 2,6 = 13,0 m, incompatível com os 6 m da carta. Confira a identificação do píer, as medidas, o traçado e a referência do ecobatímetro antes de aceitar a posição ou se aproximar do perigo.

Dicas de prova

  • Marcação e distância de um objeto: as linhas se cruzam a 90°.
  • Uma distância radar é mais precisa que uma marcação radar.
  • Profundidade cartografada = leitura abaixo do transdutor + profundidade do transdutor − altura da maré.
  • Isóbatas só servem onde o declive do fundo é acentuado e bem definido.

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