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ICC — Certificado Internacional de Competência

O ICC é um título de náutica de recreio reconhecido quando os Estados emissor e de acolhimento aplicam a Resolução 40 da UNECE e as respetivas regras locais.

União Europeia · UNECE Resolution 40

Núcleo: regras de governo e navegação do RIEAM (COLREG 1972), balizamento IALA, navegação básica, segurança.

A quem se destina o ICC

A navegadores de recreio que cumprem os requisitos da entidade emissora e precisam de prova de competência; confirme a aceitação conforme a bandeira, o Estado costeiro, a embarcação e o uso.

Temas avaliados

Testes de prática

Perguntas de treino (com respostas)

  1. Uma embarcação com menos de 20 m num canal estreito:

    1. Tem prioridade sobre as embarcações maiores por ser mais manobrável
    2. Não deve embaraçar embarcações que só possam navegar dentro do canal
    3. Deve ficar sempre fora do canal e nunca pode entrar nele
    4. Tem preferência sobre qualquer embarcação que siga o canal, por ser pequena
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    Resposta correta: B. Não deve embaraçar embarcações que só possam navegar dentro do canal

    Regra 9(b): embarcações com menos de 20 m não devem embaraçar embarcações que só possam navegar com segurança dentro do canal.

  2. Uma embarcação pode utilizar corretamente uma zona de tráfego costeiro quando:

    1. Pretende uma rota mais curta porque a via de tráfego adjacente está congestionada
    2. Se dirige para ou vem de um porto, instalação offshore ou estação dentro da zona
    3. Tem mais de 20 metros e pretende manter-se afastada do tráfego mais denso da via de tráfego
    4. Está a ultrapassar uma embarcação mais lenta e a via não tem espaço suficiente
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    Resposta correta: B. Se dirige para ou vem de um porto, instalação offshore ou estação dentro da zona

    A Regra 10 permite o uso da zona de tráfego costeiro em casos específicos, incluindo embarcações que se dirigem para ou vêm de um porto, instalação offshore ou estação dentro da zona, e certas embarcações pequenas, embarcações à vela, embarcações a pescar ou situações de perigo imediato.

  3. Dois navios à vela à vista aproximam-se com risco de abalroamento, sem ultrapassagem, e recebem o vento por bordos diferentes. Qual se afasta?

    1. A embarcação que recebe o vento por estibordo manobra
    2. A embarcação que recebe o vento por bombordo manobra
    3. A embarcação de barlavento manobra
    4. Ambas guinam para estibordo
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    Resposta correta: B. A embarcação que recebe o vento por bombordo manobra

    a) Quando dois navios à vela se aproximam um do outro, com risco de abalroamento, um deles deve afastar-se do caminho do outro, da forma seguinte: (i) Quando os navios recebem o vento por bordos diferentes, aquele que o receber por bombordo deve afastar-se do caminho do outro;

  4. Dois navios à vela à vista recebem o vento pelo mesmo bordo e aproximam-se com risco de abalroamento; nenhum alcança o outro. Qual se afasta?

    1. A embarcação de sotavento manobra
    2. A embarcação de barlavento manobra
    3. Ambas alteram o rumo para estibordo
    4. A embarcação mais rápida manobra
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    Resposta correta: B. A embarcação de barlavento manobra

    a) Quando dois navios à vela se aproximam um do outro, com risco de abalroamento, um deles deve afastar-se do caminho do outro, da forma seguinte: (ii) Quando os dois navios recebem o vento pelo mesmo bordo, aquele que estiver a barlavento deve afastar-se do caminho daquele que estiver a sotavento;

  5. As boias de marcação de naufrágio de emergência são usadas para:

    1. Marcação permanente de naufrágios já representados na carta
    2. Assinalar novos perigos, incluindo naufrágios recentemente descobertos
    3. Indicar onde decorrem trabalhos de salvamento ou de mergulho nas proximidades
    4. Marcação de canais provisórios perto de portos
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    Resposta correta: B. Assinalar novos perigos, incluindo naufrágios recentemente descobertos

    A boia de marcação de emergência assinala novos perigos, incluindo naufrágios recentemente descobertos. A autoridade competente decide a sinalização posterior quando o perigo é removido ou a informação náutica é suficientemente divulgada.

  6. A marca de tope de uma marca cardeal Oeste é:

    1. Dois cones com os vértices voltados para cima
    2. Dois cones com os vértices voltados para baixo
    3. Dois cones com as pontas voltadas uma para a outra
    4. Dois cones com as bases encostadas uma contra a outra
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    Resposta correta: C. Dois cones com as pontas voltadas uma para a outra

    Dois cones pretos separados com as pontas voltadas uma para a outra. Deve existir uma separação visível entre eles.

  7. Está a entrar num rio onde a carta mostra que o sentido convencional da balizagem é para montante a partir da entrada do mar. O que deve determinar se uma marca lateral é de bombordo ou de estibordo?

    1. O lado do rio onde fica a localidade
    2. O rumo da embarcação naquele momento
    3. O sentido convencional da balizagem indicado na carta
    4. A direção para onde corre a corrente de maré nesse momento
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    Resposta correta: C. O sentido convencional da balizagem indicado na carta

    As marcas laterais são interpretadas no sentido convencional da balizagem. A carta, não a suposição, determina qual é o lado de bombordo e qual é o de estibordo.

  8. Avista uma marca cardeal com ambos os cones apontados para baixo e uma luz com seis relâmpagos rápidos seguidos de um relâmpago longo. Qual é a ação segura?

    1. Passar a norte da marca
    2. Passar a este da marca
    3. Passar a sul da marca
    4. Tratá-la como marca de perigo isolado
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    Resposta correta: C. Passar a sul da marca

    Dois cones para baixo e o ritmo luminoso 6+1 identificam uma marca cardeal Sul, significando que as águas seguras ficam a sul da marca.

Pratique mais perguntas no teste gratuito →

Como preparar-se

Estude as Regras 5–19 do RIEAM, as marcas laterais e cardinais do balizamento IALA e as luzes e sinais sonoros básicos.